Você odeia LinkedIn?
Eu também, mas eu uso mesmo assim (rimou).
“Não importa quão brilhante seja sua mente ou sua estratégia. Se você está jogando sozinho, sempre vai perder para um time.”
Reid Hoffman
Tempo de leitura: 5 minutos
Nessa edição:
Uma mudança interessante no LinkedIn
Não adianta ser bom se você é invisível
A indicação da semana sou eu mesmo
Notícia da semana
O LinkedIn quebrou a regra do “um post, um dono”
O que rolou: o LinkedIn começou a testar os posts colaborativos (publicações que duas ou mais contas participam ao mesmo tempo do post). Pessoa e empresa, ou duas pessoas, aparecem juntas no topo do post e ele entra no feed de todas as redes de uma vez.
A funcionalidade estreou no Cannes Lions 2026 com um grupo pequeno de criadores e marcas. A liberação para todo mundo vai ocorrer de forma gradual nos próximos meses.
Por que importa: perfil de pessoa engaja 63% mais que página de empresa e recebe 238% mais comentários por post, segundo o estudo 2026 da Metricool. O recurso dá um jeito nativo de explorar isso, e ajuda quem produz o conteúdo para as empresas a aparecer mais.
Pra ir fundo: Leia aqui
Texto da semana
Bota a cara no LinkedIn
Já criou conteúdo para outras empresas? Pois é.
Seu rosto nunca apareceu e isso não te ajuda em nada.
O LinkedIn acabou de testar um recurso que ajuda nisso. Agora dá pra uma pessoa e uma empresa coassinarem o mesmo post, com os dois nomes lá em cima, aparecendo nas duas redes ao mesmo tempo.
Isso vai além de detalhes técnicos.
Perfis pessoais engajam 63% mais que páginas de empresas no LinkedIn.
Quem posta já sabia disso na prática. A diferença é que agora existe um botão pra fazer o que muita gente adiava.
Aqui está o ponto que interessa pra você.
Quem tem marca pessoal forte tem o ativo que as empresas querem ter.
Quem entrega bem, mas fica no anonimato, tem dificuldade na hora de se realocar, na hora de se provar pro cliente, na hora de ser encontrado por um recrutador.
Se eu pudesse voltar pro começo da minha carreira, botaria meu nome em tudo o que produzo, mesmo quando o crédito oficial fosse de outras empresas.
O seu nome é a única coisa que vai com você quando você troca de emprego, vira freela ou monta a sua operação.
A empresa fica.
O nome, você leva.
O recurso do LinkedIn é bom.
Mas ele só oficializa o que você já podia estar fazendo faz tempo.
Aparecer não depende de botão ou atualização.
Depende de você parar de tratar isso como problema dos outros ou como algo sem importância.
Meme da semana
Indicação da semana
LinkedIn UP (é meu, e tá tudo bem)
O que é: um treinamento que fiz pra aumentar o alcance dos seus posts no LinkedIn. São 16 aulas em 4 módulos, cerca de 5 horas, cobrindo algoritmo, ganchos, retenção e estrutura de post.
Por que estou indicando: essa edição inteira fala sobre botar a cara no LinkedIn. Seria estranho eu falar disso e esconder que tenho um material sobre isso.
É onde eu ensino, passo a passo, o que usei pra ter 20 milhões de impressões nos meus posts em 2025.
Não vou te empurrar com gatilho nenhum e nem desconto relâmpago. Tem uma aula liberada de graça na página. Assista e, se fizer sentido pra você, o resto tá lá.
Onde encontrar: LinkedIn UP
Parando pra refletir…
Toda semana aparece uma novidade de plataforma prometendo mudar tudo. A maioria some no trimestre seguinte. Essa dos posts colaborativos talvez pegue, talvez não.
Mas o pano de fundo continua o mesmo com ou sem recurso novo.
Quem coloca a própria cara no trabalho constrói algo que ninguém tira.
Quem espera a empresa dar o crédito espera pra sempre.
Recebeu essa news de algum amigo? Então se inscreva para receber a próxima no seu inbox.
Achou que valeu a leitura? Encaminha pra alguém que acha que também vai gostar. É assim que essa news cresce.
Tem algo pra dizer? Responde esse email. Eu leio todas respostas.
Até semana que vem!
André Oliveira



Eu vivo nesse dilema, odeio mas tô lá 😆